Monday, September 18, 2006

Filme, pipoca, sofazão e cafuné

O último feriadão de sete de setembro veio com uma novidade para mim: a oportunidade de tirar um dia de folga. E como há muito não se fazia, lá fomos nós, o noivo e eu, passeando pela cidade atrás dos móveis que faltam pra montar nossa festa no apê.

A primeira parada, na verdade, foi na loja de aluguel - para finalmente escolhermos a indumentária do confeito neste bendito casório. E depois de vestir roupa disso, roupa daquilo, encontramos o traje perfeito para a ocasião: um smoking. E não é que o danado ficou pra lá de charmoso? Dizem que dá azar ver o noivo vestido antes do casamento, mas no meu caso só me deu foi mais vontade ainda de fazer este casório sair logo!

Depois, hora de bater perna: Rua do Aragão, o paraíso dos móveis. Foram pelo menos umas quatro horas para percorrer um trecho com menos de 200 metros - mas fizemos questão de entrar, olhar, experimentar tudo. E de repente nos surge a maravilha das maravilhas: encontramos um sofá de dois lugares que valia por um de quatro! Com design inovador, estofado com espuma ortopédica e coberto com tecido 100% algodão. Na medida certinha pra se deitar com a cabeça no colo do maridão pra assistir filme comendo pipoca, num domingão de tardinha.

Depois de muito chorar e pechinchar, conseguimos um desconto com a vendedora e o danado saiu com mais de R$ 200 a menos - e ainda tivemos direito a mandar fazer o tratamento anti sujeira que vai facilitar - e muito - a vida dos recém-casados. Essa parte animou até o danado do meu irmão, que já avisou que só vai trocar fralda do filhote dele em cima das almofadas cor-de-areia do nosso sofazinho... :(

Bom, foi isso.

Ah, não, faltou dizer a melhor parte! O sofá vai ser presente do Digníssimo Sr. Meu Sogro! A vida é bela, né?

Friday, September 01, 2006

Tá limpo!



Fazia três dias que o shopping estava anunciando aquela imperdível (ã-hã) promoção em todas as lojas. Fazia três dias que aquele comichão me doía, dizendo pra ir lá correndo que tinha algo me esperando por lá.

E não é que tinha? Depois de olhar (e só olhar mesmo) um monte de roupinhas lindas e legais que não tenho grana pra comprar, achei a máquina de lavar que a gente queria em promoção. Com a adrenalina lá em cima - montar casa pra mim é mais emocionante que missão impossível - liguei pro noivo e ele deu o parecer: "compra".

E pá, e pum; comprei a danada à vista, mas com um desconto razoável. Depois dela e do vestido, a conta bancária anda mofina e de orelha baixa - mas pelo menos não vou mais enfrentar aquele clichê de esquentar a barriga no fogão e esfriar no tanque. Vou esquentar no microondas e sfriar
numa legítima lavadora Consul (batizada pela galera do trabalho de Aletéia, vale salientar).

P.S.: Um agradecimento especial a minha amiga Verônica, que em dia de parada gay encarou (de novo) a estranha sensação de sermos confundidas com um casalzinho feliz remodelando apartamento...